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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Celebrações e Educativas Palhaçadas Ortográficas


Senhoras e senhores, irmãos e irmãs, amigos, camaradas, chegámos ao mês que traz o Verão!
Para deprimir ainda mais um país já em d(r?)epressão, sabe-se agora que este será o verão mais frio dos últimos 200 anos. Caso para muitos levantarem a questão, mas afinal onde está o Aquecimento Global? Aos que fizeram essa pergunta sem ser em retórica irónica, sugiro que tomeis o primeiro avião ou barco para o Pólo Norte e perguntais a um urso polar, se ele ainda não se tiver afogado por o gelo descongelar mais depressa todos os anos.
Mas animemo-nos porque este mês é mês de festa. Em Lisboa temos os Santos Populares a animar a malta e este ateu adora esses santos! :D Coloco aqui scans das páginas da Maxim deste mês sobre os santos (Maxim, não me leves a mal, mas até é uma boa publicidade para vós, um quid pro quo), fazendo-lhe um pequeno reparo ao qual o meu pai é que me chamou à atenção. O santo padroeiro de Lisboa é São Vicente e não Santo António. Mas como diria o meu pai "Valha-nos Santo Ambrósio, que é o padroeiro dos ignorantes!" ahahah


Por outro lado, existem as festas e celebrações relativas ao festejo dos 470 anos de relações entre Portugal e Japão.
A Embaixada do Japão indicou-me então dois eventos por email, pedindo-me que os veiculasse, mas também uma colega minha que agora estuda no ISCTE me avisou de outro. Quanto a esse último anúncio, fui forçado a corrigir o acordês de que vinha infectado o texto do email. No caso dos anúncios da Embaixada, já estão curados desse mal até nas imagens!! :D Oh para mim todo contente! Pequenas vitórias, baby steps, win by attrition/vencer por desgaste... a essência da guerra de guerrilha também se pode aplicar na guerra cultural!

- Via Embaixada do Japão:

1) "A Embaixada do Japão tem o prazer de divulgar a vinda do grupo ‘Kiwi & the Papaya Mangoes’ a Portugal, entre os próximos dias 13 a 16 de Junho, com concertos no Porto - na Casa da Música, em Lisboa - na Festa do Japão em Lisboa e nas Festas da Cidade de Lisboa e em Abrantes - nas festas da cidade. Concerto a não perder!!

Agradecemos a respectiva divulgação e contamos com a sua presença."

2) “Inserido na programação das comemorações dos 470 anos de Amizade Japão Portugal, a Embaixada do Japão tem o prazer de divulgar o Workshop e Demonstração de Música e Dança Folclórica Japonesa com o Grupo de tambores “Raku” e Grupo de Folclore Japonês “Arauma Chiyo”, ambos provenientes da Ritsumeikan Asia Pacific University – APU em Oita ( ilha do Kyushu – sul do Japão).



O workshop terá lugar no dia 14 de Junho das 18h30 às 20h00 no auditório do Museu do Oriente, com entrada livre sujeita a levantamento de bilhete no limite da lotação da sala. Os interessados poderão levantar os bilhetes na recepção do Museu do Oriente disponíveis no dia do evento.



Mais informações consultar:



A Embaixada do Japão apresenta os seus melhores cumprimentos, espera contar com a sua presença e agradece a divulgação que possa ser feita.”


- Via Cat(a minha colega):

«Caros Alunos/Professores/Colegas,

”No próximo dia 12 de Junho, vamos dar as boas-vindas ao grupo de dançarinos e músicos da nossa universidade parceira Ritsumeikan Asia Pacific University do Japão. Este grupo vai aCtuar durante as marchas populares e também fizemos um convite para fazerem um espeCtáculo para a nossa comunidade.

Por isso vimos por este meio convidar-vos para a Festa do Japão no ISCTE-IUL no dia 12 de Junho (quarta-feira) às 14 horas  no Grande Auditório do ISCTE-IUL (Edifício II, piso I). Esta é uma oportunidade única para conhecer a arte nipónica e ouvir tambores japoneses.


Organização:
IEPM – International Exchange Programmes in Management (
ISCTE Business School)
TUNA ISCTE

Embaixada do Japão em Lisboa »


E com isto termino a parte festiva deste post, mas a cultura continua.
Vamos começar pelo Acordo Ortográfico de 1990 (AO90). Não vou fazer mais um post enorme sobre isso (não este mês, pelo menos) embora haja muito a comentar, como um juiz ter exigido a entidades oficiais que não o aplicassem, visto não estarem sob a alçada directa do governo e como tal a resolução da Assembleia da República não os vincula a tal, só para dar um exemplo. Contudo, vou postar aqui este vídeo do Miguel Sousa Tavares (conhecido na net como MST), aquando do seu contributo opinativo e como testemunha contra o AO90 no âmbito da Conferência “Onde Pára e Para onde vai a Língua Portuguesa?”:
Oh, e lá está ele a implicar com o Cavaco, pá! Oh Miguel, assim já é perseguição! Quanto ao assunto do palhaço, veja-se que bonita é a nossa democracia, em cujos governantes se fartam de dizer mal dos déspotas da Coreia do Norte, mas por cá também não se pode ofender o Pequeníssimo Líder. Tristeza. Lá que ele o processasse como uma pessoa normal tem o direito de fazer se se sente alvejada, tudo muito bem. É um direito que assiste a todo o cidadão, mesmo àquele que tem temporariamente o título de Presidente da República. Agora colocar um processo ao Miguel alegando um artigo da constituição que remete para ofensas ao cargo de Presidente da República? O Miguel Sousa Tavares não procurou ofender o cargo, apenas explicitar de uma forma colorida que a pessoa que actualmente o ocupa... enfim, pá!
A mim sempre me ensinaram que quem quer respeito, dá-se ao respeito. É preciso lembrar que estamos a falar do homem que diz não entender o AO90, que diz que não o vai utilizar porque já é velho, mas que o promulga na mesma? É necessário recordar que este foi o homem que diz que está a sentir a crise como todos os portugueses, pois 10 mil euros de ordenados não lhe cobrem já as despesas? É por ventura imperativo ir buscar a memória de que aquele que pagou aos agricultores portugueses para nada fazerem e deu cabo da frota pesqueira portuguesa a solda da então CEE, agora nos venha dizer que a saída da crise está no mar e na agricultura? (raios, não me recordo do nome dessa via política… era qualquer coisa ismo… bem, há-de ocorrer-me!) Ou o seu envolvimento nada investigado no caso BPN? (carregar para ver vídeo ilucidativo) Ou talvez baste dizer que é o presidente mais desrespeitado seguramente desde que temos presidentes neste país, com petições a pedirem a sua demissão (eu assinei-a). E palhaço sou eu? Não, porque eu não votei nele duas vezes para PR, depois de saber a porcaria que ele fez enquanto Primeiro Ministro. Mas, Miguel, excedeste-te sim senhor, e eu e essa classe já tão ignorada pela sociedade que tu maltrataste aguardamos o teu pedido de desculpas.

Falando em palhaçadas, abordemos a actualidade, onde quem está na baila não é o PR, mas sim o Ministro da Educação. Sabem o que é que este pilar do conhecimento académico tem a dizer sobre as dificuldades da língua portuguesa?
Pois é. O que vale é que o senhor está a obrigar todos os putos em Portugal a aprender o Acordo Ortográfico que não resolve nenhum desses problemas e ainda deixa a língua tão ambígua que os alunos são só perguntas e os professores só podem dar a única resposta que nenhum professor deve dar: “Porque é assim.” Sem crer, o ilustre ministro da deseducação generalizada bate em cheio na cabeça do prego, crucificando o AO90 ao ridículo da sua incapacidade prática para atingir seja qual for (dos já de si pseudo) objectivos que lhe serviram de pretexto para o Sócrates o canonizar (down, boy!, este não é um versículo satânico).
E ainda me tem este biltre a coragem de dizer que os professores é que estão errados ao fazerem greve nos seus intocáveis e preciosos exames pois não estão a pensar nos alunos ao marcarem greve para essas sagradas datas? Como se nunca tivessem sido adiados exames antes. Como se os exames não fossem o fim do ano lectivo e as regras novas que se quer renegociar (ou que os professores querem renegociar) não fossem para ser statu quo já no início do próximo ano lectivo. Como se não fosse impossível fazer greve estando-se de FÉRIAS! Ainda se vem fingir protector das criancinhas? Já se esqueceu do que gritava e pregava quando estava na UDP, né? Pois… o poder e o dinheiro dão com cada amnésia!
No jugo dele, temos turmas enormes, professores cada vez menos, com menos feriados e agora querem eles mais horas de trabalho, pelo mesmo ordenado. Isto é que vai dar produtividade e melhorar a qualidade do ensino, ó ó! E claro, só falta o Passos vir dizer outra vez que os políticos é que são mal pagos!
Isto nem é só hipocrisia, é pura lavagem cerebral para colocar Zé Povinho contra Manel Povinho, a fim de se eliminar qualquer oposição ao Culto da Austeridade. Se há coisa que me irrita é quando as pessoas dizem “malandros dos grevistas, com o país na falência e em vez de trabalharem mais, fazem greve, que só dá prejuízo!”. Irrita-me porque percebe-se logo que quem isto argumenta nada sabe sobre o que um economista quer dizer quando diz que os portugueses não produzem. Pensem lá um bocadinho. Os ‘tugas são uns mandriões em geral, né? Mas a Alemanha, onde são todos super eficientes e trabalhadores, veio logo contratar ‘tugas para as empresas deles. E olha, eles lá não só produzem como são apontados como os melhores dos melhores. Estranho, né? Será da falta de Sol, lá? Não, é porque os produtos que a Alemanha cria e vende são mais valiosos ou estão mais valorizados que os dos Portugueses. E muito porquê? Graças ao Cavaquismo (eu bem vos disse que me haveria de lembrar) também, mas não só. Nós já trabalhávamos mais que eles no tempo do Sócrates, ou no mínimo, tanto quanto eles em horas. O valor que é atribuído a esse trabalho é que é menor. Não é mais um dia de trabalho por ano ou menos que vão cobrir essa diferença. Tanto que não que ainda não tivemos dos génios que defendem isso nenhuma vitória verdadeira conquistada pela aplicação das suas políticas.
Depois há aquela dos “Sacanas dos gajos dos transportes só pensam neles. Um gajo a querer ir trabalhar e lá eles a fazerem greve! Egoístas”, é isso! São egoístas eles por pensarem neles, mas não quem diz esta barbaridade só se interessando da sua situação pessoal! Eu também já me lixei com greves da CP, do Metro Lisboa, nunca me ouviram nem ouvirão a dizer isto.
Agora vêm com “os professores têm o dever disto e daquilo e ai as criancinhas!”, mas muitas dessas criancinhas poderão um dia vir a ser professores e se estes agora não batem o pé, quando chegar à vez deles nada mais serão que escravos do regime. Esquecem-se essas vozes tão moralistas, que quando alguém faz greve perde ele próprio um dia de salário. Esquecem-se que se uma greve nada perturbar o normal decorrer da vida da sociedade então não tem braço para forçar o estado/o patrão a negociar. Em vez de desprezarem a luta dos outros pelas suas benesses, que tal forjarem os vossos próprios sindicatos para também reivindicarem as vossas ao invés de se contentarem com estarem sempre a perder? Muita gente lisonja a Social Democracia Nórdica. Muita dessa mesma gente diz que os problemas da nossa sociedade são causados ou aprofundados pela existência de tantos sindicados. “Nunca, senão o patrão foge de vez para a China e ficamos desempregados!”, afinal parece que o patrão adora viver no (pseudo)comunismo.
Mas comparem as percentagens: por cá temos cerca de 30 % de trabalhadores sindicalizados, em média nesses países nórdicos em cujo estado social é mantido e quase não há desemprego, há cerca de 60% de trabalhadores sindicalizados? Só para vos dar que pensar, espero.
Assinem a ILC (com os 3 links abaixo e os CTT), porque como diz o Medina Carreira (pelos 16min50seg) “Isso é tudo óbvio, mas o que é óbvio em Portugal não anda”, e digo eu temos de continuar a empurrar:


Bem haja a todos os que resistem e vivem, coitados dos que se contentam com a mera sobrevivência, e que se fodam os que fomentam a luta entre os dois primeiros para para seu ganho pessoal levarem a deles avante! Enfim, para rematar só relembrar abaixo com o mAO90ismo!!
Alex, signing off... ;)

Actualização: (13 de Junho de 2013, 01h57min TMG) as páginas "scanadas" da Maxim Portugal sobre os Santos Populares em Lisboa.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Novidades Nipónicas e + Desacordo!

Olá, "senhoras e senhores, irmãos e irmãs, amigos, camaradas"!
Esta entrada para variar vai ser curtinha mas ainda assim cheia de informação. Para não variar vou cascar mais um bocado no Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), ao mesmo tempo que vos dou as últimas sobre Portugal e o Japão.
Começo por vos falar de oportunidades, lá fora e cá dentro:

O Japão estreita mais uma vez a distância que nos separa disponibilizando bolsas de estudo/investigação para portugueses que queiram para lá ir estudar. O processo de candidatura está todo explicado nesta notícia do público.
As oportunidades dentro do país vão aparecendo mensalmente, sendo focam a transmissão cultural, e poderão verificá-las no:

Dos eventos destaco a Festa Japonesa, em Belém, que se realizará a 15 de Junho, no Jardim do Japão. (para mais informações, verificar link acima).

E pronto, tendo terminada a parte agradável, vamos então agora abordar o (des)Acordo. Lembram-se de eu vos falar, e não sou o único, da ambiguidade inata deste AO90? Bem, eis mais um exemplo de como ele sabota qualquer tentativa de se ter um vocabulário científico universal e NÃO ambíguo.


Repare-se que o Expresso já adoptou um novo Acordo Ortográfico. Não o de 1990, que diz utilizar, mas o AOCM (Acordo Ortográfico do Correio da Manhã), que basicamente diz que se aplica o AO90 mas não completamente... Esta universalidade é suprema.
No boletim que postei acima da Embaixada do Japão só detectei um erro derivado à aplicação do AO90, mas ou foi lapso ou foi causado por copy paste uma vez que o evento em questão está relacionado com uma escola portuguesa.
Como gosto sempre de fazer, vou deixar-vos também com mais uns exemplos de desobediência activa ao Acordo Ortográfico de 1990:
O Jornal Sénior é uma nova publicação, com um público alvo mais velho o que é inteligente sendo que a realidade portuguesa é a de uma população envelhecida, tal como parece que acontece no Japão. Este jornal não aplica o AO90. Como costumam dizer os camaradas da página do Facebook Tradutores contra o Acordo Ortográfico: "Saúda-se!"
Escrevem-se livros não só a identificarem pormenorizadamente os erros do AO90, mas também a contar a sórdida Origin Story (expressão idiomática do mundo da banda desenhada norte-americana) deste documento pseudo-científico, pseudo-cultural, gerado por interesses político-económicos.
Por falar em Economia, note-se que parece que se venderam cerca de 1 milhão de livros a menos em Portugal no ano de 2012, face aos anos anteriores. A primeira reacção (e não pode deixar de ser um factor com enorme peso) será culpar a crise. Mas será só isso? O camarada JAA do blog que postarei a seguir não acha e eu partilho da sua opinião:
Só para enfatizar este argumento, vou partilhar com vocês algo que me aconteceu recentemente. Estava eu no Vasco da Gama, Centro Comercial em Lisboa, a fazer tempo à espera que me enchessem o tinteiro da impressora, quando resolvi ir à Bertrand ver as novidades e quiçá ler umas páginas de algum livro desconhecido. Tinha 1 hora para matar, segundo o funcionário da Worten. Depois de vaguear pelas estantes encontrei um livro de autor português cujo título me intrigou. Chama-se "O Leitor de Cadáveres". A história passa-se na China, no início do segundo milénio D.C., anno domini se preferirem, e conta a história de um rapaz muito inteligente que se tornará uma espécie de médico legista da época. A contra capa do livro informa que a história é baseada em dados históricos e como eu sou grande admirador da civilização milenar chinesa (quanto mais não seja pela sua esmagadora antiguidade), peguei no livro e comecei a devorá-lo. Perdi contudo o apetite e até a fome, quando já ponderava comprá-lo, quando detectei o AO90. Foi difícil, pois nas primeiras páginas não aparecem nenhumas palavras em que houvesse diferença. Assim que tal aconteceu, fui ver a editora... tem o nome Porto, mas não foi por ser Benfiquista que eu, após acabar o primeiro capítulo, arrumei o livro onde o encontrei e fui buscar o meu tinteiro, já sem interesse nenhum em gastar o pouco dinheiro que tenho num livro cuja história até me poderia ter interessado. É que como disse Saramago, ele a ironizar mas eu muito a sério parafraseio, tirarem-me os C's e os P's faz-me mal!
Felizmente ainda há editoras com inteligência e noção de cidadania, como a Guerra e Paz que acabou de se juntar às nossas fileiras, no mesmo mês que a Maxim saiu do armário: o mais recente inimigo do AO90.

O meu melhor amigo está-me sempre a dizer que não vale a pena, que não percebe porque me importo com isso, que já não há volta a dar, porque o AO90 já está implementado, que os putos já o estão a aprender na escola... mas estarão mesmo? Como os governos do centro adoram destruir a Educação é algo que me espanta tanto que não me espanta nada, pois os governos do Statu Quo, dos interesses económicos, do PS(D), lucram da ignorância e apatia intelectual daqueles que governam. Neste tópico, aconselho a leitura também de outra notícia, desta volta sobre os custos que vão acarretar a súbita alteração no programa de Matemática, na qual um atento leitor do Público online comenta o facto de serem as editoras a lucrar com isto tudo e serem o lobby que domina o Ministério da tutela. Será sem dúvida nenhuma a isto que se refere o Cavaco (que teima em não arder de vez) quando fala no Potencial Económico da Língua Portuguesa, mais uma forma de infligir sacrifícios aos já martirizados portugueses. Sem dúvida o nosso iluminado PR é produto de divina inspiração (que afirmação mais deplorável do ponto de vista secular!!).

Para terminar, é importante perceber-se, e não me canso/nunca me cansarei de o realçar, que não é só em Portugal que se resiste ao AO90, mas sim em toda a Lusofonia. A Rádio Televisão de Cabo Verde e a Televisão de Moçambique não usam o (des)Acordo Ortográfico. Estes são os canais homólogos da nossa RTP nos seus países, canais públicos controlados pelo estado e ambos estes estados terão rectificado o AO90. Agora digam-me quem anda a propagandear desinformação, Ciberdúvidas? E o meu post anterior bem demonstra que muitos brasileiros estão contra o AO90.

Vá lá, portugueses, assinem sem demora a ILC contra o AO90 se ainda não o fizeram. Para tal usem os links abaixo:
Como obter o número de eleitor, via net ou telemóvel

Despeço-me com amizade, eternamente grato por me lerem, mais ainda se a mim se juntarem nesta luta as vossas vozes, pois se tens net e sabes ler, 'tá na altura de começares a escrever também! Convertam as vossas canetas em katanas! A Cristina Pinheiro Moita já o fez com o poema que abaixo vos deixo.
Abaixo o mAO90ismo!
Sayonara, tomodachi! ;)

«Este acordo ortográfico
Por vezes até nos faz rir
Não sei por onde parámos
Ó que caminho a seguir
Se é “pára” já não existe
Se para não sei se “pára”
Para / “Pára”
“Pára” / Para
Quem me sabe explicar?
Porque não “pára” a idiotice
As crianças gostam de brincar
Mas não querem tanta burrice
Faltasse a pala ao Camões
Quem sabe ele ainda visse?
Para trocar o “pára” por Stop
Antes que alguém caísse»